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Lá você encontrará zilhares de poemas,
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Claro, nossa página estará sempre
em fase de acabamento de construção,
pois escrevemos muito e diariamente.
A partir de agora nos encontramos lá, certo?
Contamos com sua visita permanente!

www.rompenuvem.com




altos e baixos


bem ao estilo de mestre Drummond

E O AMOR SEMPRE EM ALTOS E BAIXOS

DE MAL DE BEM DE BEM DE MAL

AMOR É UMA COISA UM TRECO UM TROÇO

MAS SEM ELE NÃO POSSO

NEM REZAR UM PAI NOSSO



18.2.03

não e não ao não

não se perca na luz da cegueira
de quem te vê à sombra e em silêncio

não tolere as dores anestesiadas
na mágoa de saber-se esquecida e só

não se revele ao sonho de irrealidade
a iludir-te com promessas de amanhãs

não temas a caminhada de ir ou estar
querer retomar retornar renovar recuar

não se limite ao prazer seguido de lágrimas
em gangorra de mental sentir e consentir

não se deixe levar pela dor de curvar o arco
da solidão que tua humildade em vão triunfou

não deixes tua luz desenhar traços neutros
e sobretudo evite dizer ouvir pensar em não



rima rima

como sou meu verso é
de pé quebrado pobre de rima
a auto-estima em parangolé
em marcha a ré ladeira acima

meu verso é como sou
se vou ele vem como quem vai
se cai ali logo já se alevantou
e alavancou o meu ai ai ai

sou como é meu verso
perverso diante da inspiração
o não é meu lema de ser adverso
imerso nessa desconstrução

como é verso sou meu
um eu lírico metido a bacana
dando banana se cacho deu
colheu comeu bagaço e cana

é verso meu sou como
domo o corcel e estou muntado
agigantado tal qual gnomo
ou rei momo num spa sentado

rima rima como vai minha prima?
em cima e como vão vovó e titia?
na academia aprendendo esgrima
minha estima às duas boa guria

como se vê meu verso é babaca
quem saca o panaca o é também
e se ninguém lhe fecha a matraca
solta a macaca e aí, amém

rimar é fácil difícil é o sentido
que o atrevido poeta faz blague
não trague a safra é verso vencido
teu vestido sujo lave e enxágüe



variações de loucas estações
(você não entende nada do que eu digo)

invernoutono
primaverão
prinverout
inverão
noranoão
prouvein
priomoutono
outvera
primout
p i v o
invernoutono
verinverno
priverinvout
verinverno
invernouto
prinvernera
onovera
vernorão
veraerno
prima
out
ver
in
vera
ono
rão
erno



17.2.03

com platônico e segredado amor (I)


é impossível na distância longe
é improvável pela loucura toda
é inacreditável pelo jeito que é
é esquisito mesmo nunca te vi
é estranho assumir e não dizer
é sufocante não sentir e burlar
é silencioso e ecoa ressoa ânsia
é puro simples tão meu tão meu
é seguro sereno sublime faz bem
é sol chuvoso minha vida solo
é doce sentir o céu é inatingível
é solitário e me segue está aqui
é sempre assim e não dói e dói
é respirar uma falta de ar sem ar
é amar tendo o amor como à fé
é acreditar no supremo sem vê-lo
é confiar nele certo de que há
é viver o mistério da eternidade
é impossível é improvável mas é
é inacreditável é estranho é amor



marminas minasmar

há mar em minas
mar subterrâneo
oculto em silêncio
no desejo costeiro
do mineiro praieiro
marquieto marminas
em ondas montanhas
mar ainda que tardio
com sal de saudade
areias nas veias emegê
a ver navios maralto
minasmar doce lar
mar pra lá de bêagá
oceano ocê ano a anuai
mar mártire joaquim josé
(liberdade morreu na praia
de mar segredo inconfidente)
mar martelo de tõe chico lisboa
(esculpido a suor de aleijado
e espuma de pedra sabão)
sem porto mar de janelas
mar barroco de barro oco
mar maior que o São Francisco
com sua pose de riomar
mar junção de todos os rios
marminas secretíssimo
minasmar profundíssimo
águas imensas sem cais
brotando de grotões gerais
em azul da paleta de guignard
mar em sonho mar amar
mar vereda mar joão mar sertão
mar de minas: ser tão imaginação



16.2.03

morre à míngua


a pátria língua


essa grande íngua


morre essa língua a pátria íngua à grande míngua



respingos

no meio do camInho
tem um i
esperando
por um pingo

e bem no centro
desse domIngo
também um i
requer um pingo de vontade
de c a m i n h a r

e eu não tenho
nem um
nem outro

ih vai chover
vou desandar
ando acomodado
e se chove
sou gato escaldado
deixa molhar
mas sou gato pingado
pingos
vão pingar
o i
vai se ilhar

sozinho em solidão
cheguei a esse ponto do
cam
i
nho
carecido de revisão
sem um pingo até no i
de ilusão
é domingo
e que chuvão



apresentação

prazer em conhecer:
sou anônimo
sou invisível
não penso
inexisto
não estou
nem aí

sou um cara impossível
com o gênio difícil
grilado o tempo todo
que não tem vícios
cheio de princípios
e não se entrega fácil

sou anônimo de mil nomes
invisível multifaces
impossível se saber
se sensível posso ser
depois de te conhecer
e sentir não ter o que dizer
e ficar mais só
mais só que sou
tanto só quanto só estou

de tudo podes te arrepender
menos de todo prazer imenso
em me conhecer
conhecendo comigo
o imenso prazer
de ler
escrever
e viver



corpos

por esquecimento
deixastes comigo
teu corpo no meu

descuidada que és
levastes contigo
meu corpo no teu

e então não sei
se o teu se entregou
ou se o meu se deu



muito prazer

conhecer-te é igual
ao que não sei
comparar

tua chegada
renova-me
o ar

a tua presença
quero em mim
respirar



Resposta automática

O e-mail que você postou,
tenha certeza que veio,
pois aqui ele chegou...
Foi bom receber seu e-mail.

Logo o responderei;
é este o seu anseio?
Claro que é, eu sei...
Pois é bom receber e-mail...





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